domingo, 17 de abril de 2011

O Significado das Cores dos Esmaltes

O Significado das Cores dos Esmaltes

Posted: 16 Apr 2011 09:09 AM PDT

Você sabia que a cor do esmalte escolhido para pintar as unhas, pode dizer sobre o seu estado de espírito? A cor do esmalte pode representar uma maneira inconsciente de expressão dos sentimentos e da personalidade. Algumas linhas de estudo, como a cromoterapia, defendem que as cores têm influência no organismo e no comportamento, podendo até mesmo harmonizar e equilibrar o organismo.

Diante disso, a escolha da cor do esmalte pode, mesmo que não cientificamente, estar relacionada a uma manifestação da personalidade. A escolha do esmalte pode estar baseada nas condições circunstanciais de sua vida. Determinada cor pode dar indícios sobre caráter e até mesmo de temperamento.

Segundo a psicóloga Eide de Oliveira Davalos, cada cor tem um significado especial. Confira na tabela abaixo os significados atribuídos a cada tonalidade:

Esmaltes Vermelhos : Representam motivação, entusiasmo, iniciativa, espírito de pioneirismo e disposição para agir.

Esmaltes Laranjas :Criatividade e alegria, confiança, coragem e atitude positiva frente à vida são representadas por estes tons.

Esmaltes Azuis e verdes : Indicam inteligência, eficiência, tranqüilidade, comunicação, estabilidade, mas causam sensação de frieza e mistério.

Esmaltes Rosas e lilases :Pessoas com respeito próprio, dignidade, pessoas altamente criativas e inovadoras.

Esmaltes Cinzas e pretos :Revelam medo e depressão, reduzem as emoções, mas também transmitem estabilidade e sucesso.

quinta-feira, 24 de março de 2011

Descobertas sexuais


3 a 4 anos
Descobertas sexuais

Seu filho gosta de mostrar o pênis em público? Por mais constrangedora que possa ser a situação (só para você, pois ele não está nem aí), tente se desesperar pouco! Especialistas em educação sexual infantil explicam que a masturbação, ou a brincadeira com os órgãos genitais, prática que se inicia aos 3 anos, é normal. Ela faz parte do desenvolvimento da criança e não causa problemas. Quando a criança se toca, seja menino ou menina, o cérebro manda uma resposta de prazer, por isso ele sente, por exemplo, a ereção. Essa resposta vai se intensificando com a idade. Ospais devem dar o limite, sem brigas ou constrangimento. Mesmo na sala de casa é ruim. Imagine como pode ser receber visitas numa situação dessas?

Fale com a criança, explicando que todos passaram por isso, que é comum, gostoso, mas que nem por isso pode ser feito em qualquer lugar. Como é algo muito íntimo, deve ser feito no quarto, sozinho e de porta fechada. Ninguém mais pode mexer com ele desse jeito – é uma prevenção contra abusos e uma educação importante. No banho com os pais, eles podem querer tocar os genitais também, para conhecer. Se os pais não se sentirem à vontade, digam para tocar somente o dele, e é melhor não repetir os banhos para a criança não achar que aquilo é algo ruim, feio e sujo. Algo que não é. Esse comportamento tende a desaparecer com a idade – e volta com mais intensidade na adolescência. Fale com os professores na escola para terem o mesmo discurso.


sexta-feira, 11 de março de 2011

Tipos de unha



Harmonia e simetria são duas palavras que devem ser levadas em conta quando o assunto é beleza. Um tipo de rosto fica melhor com um determinado corte de cabelo, um certo olhar combina mais com um tal traço de sobrancelha, um determinado quadril veste melhor em um estilo de biquíni e por aí vai. O mesmo acontece com suas mãos e unhas. Isso porque cada formato de mão fica melhor com diferentes tipos de unhas.

Olha só:

- Se você tem dedos curtos e grossos, mantenha as unhas curtas ou médias e prefira os formatos arredondados e ovais.

- Dedos curtos e finos ficam bem com unhas médias e ovaladas - para alongar.

- Quem tem dedos longos e grossos pode usar unhas médias ou compridas e lixá-las quadradas ou com as pontinhas arredondadas.

- Dedos longos e finos pedem unhas médias ou compridas e pontiagudas - o que alonga o comprimento da mão deixando-a mais delicada e feminina.

Mas, lembre-se: não existe regra. Aqui vale um pouquinho da ilusão de ótica (para disfarçar o que não se gosta e exaltar o que se quer) e o bom senso, sempre. No fim das contas, o importante mesmo é ter unhas limpas e saudáveis e se sentir confortável com a sua mão e no manuseio diário, certo?

quinta-feira, 10 de março de 2011

Organizar para desorganizar



As aulas começam e enfim a rotina volta à sua casa: alimentação, sono, hora de brincar, de tomar banho, tudo entra nos trilhos, certo? Mais ou menos. Fevereiro é um mês de adaptação das crianças e nossa também. Volta a correria na hora de sair de casa e o checklist sem fim: preparar o lanche, separar as roupas que vão na mochila, checar o material, o horário da aula de natação (ou de qualquer outra atividade que seu filho faça), quem leva, quem busca, o cardápio do jantar, o ritual da hora de dormir, as compras no mercado, as instruções para quem vai ficar com seu filho quando você estiver no trabalho. Isso para ficar na lista bem básica… Porque o presente de aniversário que você vai comprar de última hora, as combinações para ir na casa do amigo, a reunião com a professora da escola, os desafios no seu trabalho, a depilação, a manicure e, claro, o tão desejado espaço para você também vão ocupar não apenas seus pensamentos, mas muito do seu tempo.

A reportagem de capa desta edição foi planejada e editada com o objetivo de ajudá-la a organizar tudo isso. Leia as 84 dicas e experimente fazer o seguinte: pegue uma caneta e um papel – ou abra seu computador – e anote tudo que você tem que fazer (e também o que você quer fazer) no seu dia a dia. Se preferir, faça no formato de uma agenda semanal básica. E veja como encaixar nossas sugestões, o que pode mudar, eliminar, transformar. Às vezes ficamos tão presos a alguns hábitos que não conseguimos ver que poderíamos fazer de maneira diferente e, muitas vezes, mais simples.

E que fique bem claro: o objetivo de tudo isso é não torná-la uma burocrata cheia de tabelas e planilhas por todos os lados. Ter uma rotina mais organizada é o que vai propiciar sair dela sem traumas! Se tudo está correndo bem, se você não precisa apagar pequenos incêndios o dia todo, todos os dias, fica mais fácil de encontrar uma maneira de sair um pouco mais cedo do trabalho para fazer uma surpresa para seu filho na porta da escola ou preparar um jantar diferente. Com a rotina bem planejada, você pode mudar de ideia, ou inventar tantas outras, para tornar sua vida e a de sua família mais divertida, e feliz. Experimente!

Beijos,


terça-feira, 8 de março de 2011

Lugar do afeto

Não basta fazer amigos. É preciso mantê-los, dizem especialistas

Amigos para sempre




É uma coisa esquisita, mas fica horrivelmente mais difícil fazer amigos depois da adolescência. A conclusão é do psicanalista Francisco Daudt da Veiga, exposta no seu livro "O Amor Companheiro", que fala sobre a amizade e seus desdobramentos. Mas, apesar das dificuldades, a vontade de compartilhar o próprio universo - esse amor companheiro, livre do desejo sexual - continua sendo uma das melhores coisas da vida.


E por que, afinal, é tão difícil fazer amigos? "Porque é algo que requer de duas pessoas abertura, confiança, afinidade, privacidade e tempo de investimento. A reunião de tantos fatores depois que ficamos adultos é muito rara, portanto difícil", responde Daudt. Ao mesmo tempo, o autor afirma que se torna mais fácil conquistar novos amigos depois dos 50 anos, quando "os receios do que vão dizer diminuem e o poder de escolha e o tempo disponível aumentam".


Daudt acredita que a base de fazer amigos não é muito diferente de paquerar: é preciso ter vontade. Ele cita inúmeras situações de convívio que criam oportunidades para isso: cursos, universidades, grupos de estudo, agremiações com fins variados. E a internet, por sua vez, está aí para dar uma mãozinha.

Segundo Daudt, o e-mail é um reavivador de amizades antigas, "um grande lugar para a palavra breve e afetuosa: é o cartão-bilhete renascido", garante.


João Maia, pesquisador e professor de Teoria da Comunicação na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), concorda que a internet é um ótimo lugar para fazer amigos. E destaca a facilidade que ela tem de agrupar tribos de interesses comuns. Mas como confiar em uma pessoa cuja face às vezes sequer conhecemos? Será que as amizades feitas no mundo virtual são válidas também para o real?


"Eu não faço distinção entre o virtual e o real. O que existe do outro lado da tela é sempre uma pessoa, com sua carga de mentiras e verdades, da mesma forma que no contato face a face. A vida é construída de encontros e desencontros, e a internet é um canal, uma possibilidade de estabelecer novos contatos", afirma.


Maia cita uma prova do sucesso dessas amizades via web: a profusão de ircontros, organizados por pessoas que se conheceram na rede, numa analogia a expressão IRC, Internet Related Chat, bate-papo na internet. Para ele, a rede tem um papel muito parecido com a correspondência feita antigamente, quando as pessoas passavam anos sem se ver, mas estabeleciam laços de afeto pela troca de cartas. "As pessoas constantemente inventam instrumentos para eliminar a distância entre si, e isso é uma coisa muito boa", garante.


Mas não basta fazer amigos. É preciso também mantê-los. Em seu livro, Daudt cita exemplos de certos cuidados que todos deveríamos tomar para preservar as amizades. Ele afirma que é preciso constantemente "aquecer o coração" daqueles que amamos: "Aquecer o coração é o pequeno gesto que, de tão pessoal, aciona a sensação de que alguém nos vê, nos percebe e gosta da gente. Outro dia um amigo me ligou só para dizer que os livrinhos do Carlos Zéfiro vão voltar às bancas. Que legal, que carinhoso e cúmplice, que nostálgico e pessoal, que consideração com nossa memória e nossa adolescência pela vida afora. Aqueceu meu coração". Simples assim.


terça-feira, 1 de março de 2011

Veja as vantagens da escova progressiva inteligente


Divulgação

O retoque pode ser realizado a cada 20 dias, no mínimo










se você deseja tornar as madeixas mais lisas mas não tem paciência de esperar três dias para lavar os fios pode comemorar. Agora, a novidade é fazer a escova progressiva inteligente, que já foi aprovada pela atriz Quitéria Chagas.

» Veja fotos do tratamento

Veja também:
» Mantenha os cabelos impecáveis depois da
escova progressiva


"Ela é chamada inteligente porque os cabelos podem ser lavados no mesmo dia", explica o cabeleireiro Anysio Estevão, do Piu Bella Capelli, no Rio de Janeiro.

De acordo com o especialista, as vantagens não param por aí. Não se trata exclusivamente de um alisamento, mas também de um tratamento profundo dos cabelos. "É um tratamento composto de partículas de formol, o formaldeído, e a base de castanha-do-pará", diz Anysio.

O processo consiste em quatro etapas e dura, aproximadamente três horas. A primeira delas começa já no lavatório com o uso do xampu anti-resíduo para limpar o couro cabeludo e abrir as cutículas dos fios. Em seguida, seca o cabelo com o secador e aplica o produto.

No terceiro passo, os cabelos - já com a química - passam novamente pelo secador. Depois, eles são submetidos à chapinha com o intuito de fechar as cutículas. Por fim, é colocado um neutralizante por 10 minutos para hidratar as madeixas.

Pronto! Você já pode lavar os cabelos e deixá-los secar naturalmente. Eles ficarão macios e com brilho intenso.

O cabeleireiro diz que a progressiva inteligente dá um aspecto mais natural porque proporciona movimento. A única recomendação é utilizar um xampu sem sal para prolongar os efeitos do tratamento.

Os resultados, porém, variam de pessoa por pessoa. Cabelos muito enrolados não vão ficar completamente lisos, mas sim com cachos mais abertos e bem formados.

O retoque pode ser feito, no mínimo, a cada 20 dias. As adeptas da técnica fazem a cada um ou dois meses.

sábado, 15 de janeiro de 2011

ABUSO INFANTIL

Abuso infantil

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Série de artigos sobre
Pedofilia
Dialética do pedofilismo
Questões legais
Crimes relacionados

O abuso infantil, ou maltrato infantil, é o abuso físico e/ou psicológico de uma criança, por parte de seus pais - sejam biológicos ou adotivos - por outro adulto que possui a guarda da criança, ou mesmo por outro adultos próximos à criança (parentes e professores, por exemplo).

O abuso infantil envolve a imperícia, imprudência ou a negligência (estes elementos constituem a definição legal de "culpa") ou um ato praticado com dolo por parte do adulto contra o bem-estar ou a saúde da criança, como alimentação ou abrigo. Também comumente envolve agressões psicológicascomo xingamentos ou palavras que causam danos psicológicos à criança, e/ou agressões de caráter físico como espancamento, queimaduras ou abuso sexual (que também causam danos, psicológicos inclusive).

Os motivos do abuso infantil são vários, entre elas, destacam-se a própria ingnorância do que é abuso infantil - neste sentido veja-se quão nóvel é a temática no nosso Brasil da síndrome da alienação parental [1], e, é claro, os resultantes de transtornos vários da mente humana [2], além de vícios, como o alcoolismo e o uso de drogas ilegais. Muitas vezes, os pais/cuidadores da criança são pobres e/ou possuem pouca educação, e podem tentar impedir o acesso da criança aos serviços médicosnecessários, evitando a descoberta do abuso por parte dos médicos.

Super-proteção dos pais em relação à criança é também uma forma abuso infantil, embora à primeira vista não o pareça, por possuir origens totalmente diferentes dos outros tipos de abuso.

Índice

[esconder]

[editar]Diferentes Manifestações da Violência Doméstica contra Crianças e Adolescentes

[editar]Violência doméstica física

Segundo Azevedo & Guerra (2007) Corresponde ao emprego de força física no processo disciplinador de uma criança ou adolescente por parte de seus pais (ou quem exercer tal papel no âmbito familiar como, por exemplo, pais adotivos, padrastos, madrastas). A literatura é muito controvertida em termos de quais atos podem ser considerados violentos: desde a simples palmada no bumbum até agressões com armas brancas e de fogo, com instrumentos (pau, barra de ferro, taco de bilhar, tamancos etc.) e imposição de queimaduras, socos, pontapés. Cada pesquisador tem incluído, em seu estudo, os métodos que considera violentos no processo educacional pais-filhos, embora haja ponderações científicas mais recentes no sentido de que a violência deve se relacionar a qualquer ato disciplinar que atinja o corpo de uma criança ou de um adolescente. Prova desta tendência é o surgimento de legislações que proibiram o emprego de punição corporal, em todas as suas modalidades, na relação pais-filhos (Exemplo: as legislações da Suécia - 1979; Finlândia - 1983; Noruega - 1987; Áustria - 1989).

[editar]Violência doméstica psicológica

Segundo Azevedo & Guerra (2007), a violência psicológica também designada como "tortura psicológica", ocorre quando o adulto constantemente deprecia a criança, bloqueia seus esforços de auto-aceitação, causando-lhe grande sofrimento mental. Ameaças de abandono também podem tornar uma criança medrosa e ansiosa, representando formas de sofrimento psicológico.

Pode se manifestar como:

  • Isolamento emocional
  • Dificuldades de fala ou linguagem
  • Ausência de contato olho-a-olho
  • Medo (real ou aparente) da vítima em relação ao agressor(es)

[editar]Violência sexual

Segundo Azevedo & Guerra (2007), configura-se a violência sexual doméstica como todo ato ou jogo sexual, relação hetero ou homossexual, entre um ou mais adultos e uma criança ou adolescente, tendo por finalidade estimular sexualmente esta criança ou adolescente, ou utilizá-la para obter uma estimulação sexual sobre sua pessoa ou de outra pessoa. Ressalte-se que em ocorrências desse tipo, a criança é sempre vítima e não poderá ser transformada em ré. A intenção do processo de Violência Sexual é sempre o prazer (direto ou indireto) do adulto, sendo que o mecanismo que possibilita a participação da criança é a coerção exercida pelo adulto, coerção esta que tem raízes no padrão adultocêntrico de relações adulto-criança vigente em nossa sociedade... a Violência Sexual Doméstica é uma forma de erosão da infância.

[editar]Negligência

Segundo Azevedo & Guerra (2007, a negligência consiste uma omissão em termos de prover as necessidades físicas e emocionais e uma criança ou adolescente). Configura-se quando os pais (ou responsáveis) falham em termos de alimentar, de vestir adequadamente seus filhos, de prover educação e supervisão adequadas, e quando tal falha não é o resultado das condições de vida além do seu controle. A Negligência pode se apresentar como moderada ou severa. Nas residências em que os pais negligenciam severamente os filhos, observa-se, de modo geral, que os alimentos nunca são providenciados, não há rotinas na habitação e para as crianças, não há roupas limpas, o ambiente físico é muito sujo com lixo espalhado por todos os lados, as crianças são muitas vezes deixadas sós por diversos dias. A literatura registra entre esses pais, um consumo elevado de drogas, de álcool, uma presença significativa de desordens severas de personalidade. Recentemente, o termo vem sendo ampliado para incorporar a chamada supervisão perigosa. [Cf. Azevedo, Maria Amélia e Guerra, Viviane N. de Azevedo (1998:184 e ss). Infância e violência fatal em família. São Paulo: Iglu]

[editar]Violência Doméstica Fatal

Segundo Azevedo & Guerra (2007, a violência fatal é aquela praticada em família contra filhos ou filhas, crianças e/ou adolescentes, cuja conseqüência acaba sendo a morte destes. Tem sido denominada, impropriamente, de infanticídio (quando a vítima é um bebê em suas primeiras horas de vida), assassinato Infantil (homicídio de crianças no lar ou fora dele), ou filicídio (morte dos filhos praticada por pais consangüíneos ou por afinidade). A impropriedade desses termos decorre do fato de serem:

parciais, não cobrindo todo o espectro de vítimas e/ou agressores; genéricos, misturando, por vezes, sob uma mesma rubrica, mortes ocorridas dentro e fora da família, ou ainda, conceituações médicas com outras de caráter legal; camuflar dores da violência subjacente às ações ou omissões fatais praticadas em família.

[editar]Super-proteção

No caso de super-proteção familiar, os pais/cuidadores da criança muitas vezes são bem educados; o abuso neste caso é a super-proteção dado à criança, que a isola da sociedade. Motivos são vários, como alta criminalidade na região ou outro medo irracional dos pais. Este risco aumenta se a criança e a família vivem em lugares isolados como uma fazenda, por exemplo.

  • Isolamento emocional
  • Isolamento da criança em relação à sociedade
  • Timidez acima do normal; poucos ou nenhum amigos
  • Ótimo desempenho escolar nos primeiros anos escolares, com posterior queda na adolescência
  • Ausência de contato olho-a-olho
  • Agressividade dirigida principalmente (ou apenas) contra pais/cuidadores.
  • Dificuldades de fala e linguagem
  • Medo de novas relações
  • Falta de interesse sexual
  • Incapacidade de cuidar-se de si mesmo(a)
  • Raramente vai a lugares públicos, com a possível exceção da escola